Supernovas – a morte de uma estrela.



Quando uma estrela está para morrer o que determina seu destinho é seu tamanho.


          Estrelas entre muitas das suas características tem como o tamanho o determinante de como sera seu destino, algumas como nosso Sol não são massivas o suficiente para que explodam em uma supernova, terminando a vida como uma pacata anã branca, mas para outras estrelas, o final é explosivo.

Tabela que relaciona temperatura, tamanho e as iniciais do nome das estrelas.

Brilha,  brilha estrelona!

Estrelas com cerca de mais de 20 vezes a massa do nosso Sol já entram na categoria que terminam por liberar uma supernova. Quando uma estrela esta no final de sua vida, ela já fundiu a maior parte de seu combustível nuclear, que começa por combinar 2 átomos de hidrogênio em um de Helio, e a energia resultante é o que alimenta a estrela. O processo continua até o elemento ferro, onde a conta passa a ser negativa e a estrela não tem mais energia a disposição.
Quando ela e grande demais o núcleo se expande de uma forma muito violenta, chocando se com a camada externa mais leve da estrela e esse evento acaba por ejetar a matéria da estrela, gerando um brilho que supera o de uma galaxia inteira. Esse fenômeno foi chamado de Supernova por por Walter Baade e Fritz Zwicky em 1931.  O núcleo resultante desta estrela torna se uma anã branca, uma estrela massiva e compacta com cerca de 15 km de diâmetro e esfriara para uma anã marrom.


Ufa! Que alivio.

          Supernovas são eventos cataclísmicos sem precedentes e normalmente varrem um sistema solar e muito mais com muita facilidade, mas estima-se que estamos seguros em nossa vizinhança, por ate o momento não detectamos nenhuma estrela na iminência de se tornar uma super nova. Pelo menos nos próximos milhões de anos.

Fonte: Wikipédia e outras.
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