As três leis da Robótica.


 

Criada pelo escritor Isaac Asimov, as três leis tem a finalidade de proteger o ser humano das maquinas.


          Elaborado pelo celebre escritor e bioquímico nascido na Russia e criado nos Estados Unidos, Isaac Asimov, as 3 leis extrapolaram suas obras e criaram um paradigma a ser considerado sempre que se pensa em robôs e maquinas inteligentes, conceito esse que se opõe a síndrome de Frankenstein, onde a criação destrói o criador, por julga-lo inferior.


Isaac Asimov publicou mais de 500 livros.


Eu, Robô?

As três leis de Asimov foram formuladas para compor suas historias sobre robôs, que em algum dado memento passassem a ter consciência de que seres artificiais e que tem potencial tanto físico quanto intelectual de sobra para superar seus criadores.
Eis que surgem as três leis da robótica para que possam garantir a integridade do seu humano, são elas:
1°- Um robô não pode causar mal a um ser humano, ou permitir por omissão que o mesmo aconteça.
2°- Um robô deve sempre obedecer a um ser humano, desde que esa lei não entre em conflito com a primeira.
3° - um robô deve preservar sua existência, desde que esta não entre m conflito com as duas primeiras.
Estas 3 leis trabalham em conjunto para proteger o ser humano de uma rebelião dos robôs, e a eficiência logica destas 3 leis combinadas é tamanha que transcendeu as obras de Asimov e passaram a servir de referencias para muitas outras obras.


E tem mais uma coisa...

          Isaac Asimov, alguns anos depois acrescentou uma quarta lei, que viria acima de todas as outras, chamada de lei zero da robótica:
0° - um robô não pode causar mal à humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal.
Acréscimo este que foi necessário após uma inteligencia artificial que era responsável pela gestão dos recursos energéticos humanos tentar destruir uma parte dos seres humanos, para que os demais sobrevivessem. Controvérsia essa que é mostrada no filme “Eu, Robô?” que trata se da adaptação cinematográfica da obra homônima.

E na realidade?

           Na realidade atual, a inteligencia artificial ainda não dispõe de uma inteligencia complexa o suficiente para que possa ter o complexo intendimento deste conjunto de leis, visto que elas são baseadas em conceitos morais, algo que é extremamente humano.
          Com o avanço da inteligencia artificial, muito provavelmente será criado algum órgão internacional de fiscalização das inteligencias artificiais, e com certeza serão dotadas de um método de proteção, que se não esse, similar.

Fonte: Wikipédia, “Eu, robo?” de Issac Asimov e outras.
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