Os diamantes são mesmo eternos?





Sim, pelo menos enquanto existir o universo.


            Porque esses pedacinhos brilhantes de carbono, além de extremamente resistentes, podem suportar temperaturas acima de 5.500° C, e essas temperaturas não vão ser alcançadas naturalmente aqui na Terra, nem mesmo daqui a 7,5 bilhões de anos, quando o sol se tornar uma gigante vermelha e engolir a Terra, os “meros” 3.000°C não serão suficientes.

Nem uma gigante vermelha pra derreter um diamante.

E tem mais duro?

Tem sim, a escala de dureza utilizada para avaliar a dureza dos minerais, é chamada de escala de Mohl, aonde a classificação vai de 1 a 10, sendo 1 o talco e 10 o diamante, o numero testado risca os inferiores e é riscado pelos superiores. Curiosidade: é o papel que risca o grafite do lápis e não o contrario.

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Mas esta escala foi criada pelo mineralogista alemão Friedrich Mohs no ano de 1812, e não leva em consideração novos minerais como a Lonsdaleíta o mineral mais duro de ocorrência natural que é cerca de 58% mais duro que o diamante, e a Carbyne, que com uma estrutura simples é 3 vezes mais forte que o diamante.


Natural ou artificial.

          Por mais bonito que ele possa ser, a maior parte das aplicações do diamante são industriais, com diamantes artificiais, feitos sob medida, principalmente como abrasivos e ferramentas. E tem até um feito com o cabelo do Pelé.

Fonte: Info Escola.
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